No artigo “O estelionato da compaixão”, o Acadêmico José de Jesus Camargo critica a expansão de faculdades de Medicina sem estrutura adequada para a formação prática. O autor questiona o argumento de que “qualquer médico é melhor do que médico nenhum” e alerta para as consequências desse modelo: famílias endividadas, profissionais despreparados e riscos à assistência aos pacientes.
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